Baleal Surf Fest II

Nos dia 18 e 19 de Junho decorre na Praia do Baleal em Peniche o BALEAL SURF FEST II.

A génese e conceito do Baleal Surf Fest surgiu de uma necessidade de consciencialização da comunidade de surf e de todas as pessoas que utilizam os oceanos e a sua infinidade de serviços na busca de soluções, mudança, e acção.

A aparente calma e beleza que o oceano nos transmite esconde abaixo da sua superfície uma multiplicidade de problemas e situações que necessitam de atenção urgente e acção.

Baleal Surf Fest

Durante o Baleal Surf Fest decorrem várias actividades que visam promover a cultura e o desporto que é o surf, chamar a atenção para problemas ambientais e celebrar os objectivos sociais e ambientais que nos propomos atingir através de Arte e Música.

Durante a segunda edição do Baleal Surf Fest que decorre nos dias 18 e 19 de Junho na Praia do Baleal, Peniche iremos:
- Dar aulas de Surf Grátis a quem quiser experimentar este desporto único;
- Dar aulas a pessoas com mobilidade reduzida e necessidades especiais a de 3 instituições da região;
- Realizar limpezas de Praia;
- Realizar campeonatos de remada e surf “vintage” (recordando as bases e raízes do surf);
- Exibir o Documentário “THE COVE”, ganhador do Óscar 2009 da sua categoria (com uma breve palestra sobre a condição dos golfinhos e baleias e o debate contemporâneo sobre a Baleação);
- Exibição de pranchas antigas, eco-artesanato, pintura de pranchas ao vivo, e eco-arte;
- Espectáculos de Música ;
- E MUITO MAIS!

Mais informação sobre o evento em www.balealsurffest.com

Nova Publicação

Na passada segunda-feira foi lançado o livro Abrindo Trilhos, Tecendo Redes – Reflexões e Experiências de Desenvolvimento Local em Contexto Lusófono.

O Livro foi apresentado na Livraria Barata; a Prof. Clara Carvalho, Presidente do Centro de Estudos Africanos (CEA/ISCTE-IUL) fez a apresentação inicial, muito elogiosa. Depois, o Professor Luís Moita teceu considerações sobre o desenvolvimento local, a pertinência do livro e os autores. Por fim, a coordenadora do Projecto Brígida Rocha Brito contou a “história” do livro: como surgiu, porquê e para quem. A sessão terminou com os autógrafos.

Mais em http://africadetodossonhos.blogspot.com

Eu sou Também autor deste livro com um capitulo sobre o meu trabalho em São Tomé e Príncipe.

Livro - São Tomé e Príncipe

Referência:
Gonçalves, F. 2010. Os cetáceos de São Tomé e Príncipe: A luta pela biodiversidade e dignidade de um povo. In: Abrindo Trilhos, Tecendo Redes – Reflexões e Experiências de Desenvolvimento Local em contexto Lusófono. Gerpress. pp.123-138

Fazer o download do meu capítulo.

Abrindo Trilhos, Tecendo Redes (lançamento do livro)

Na próxima segunda-feira, dia 22 de Março de 2010 pelas 18:00 será feito o lançamento do livro Abrindo Trilhos, Tecendo Redes. Reflexões e Experiências de Desenvolvimento Local em contexto Lusófono, na Livraria Barata na Avenida de Rome 11-A.

Eu sou co-autor, contribuindo com um capitulo para o livro, com o tema: Os cetáceos de São Tomé e Príncipe: A luta pela biodiversidade e dignidade de um povo.

Convite

O livro é publicado pelo Centro de Estudos Africanos (CEA- ISCTE), Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e a Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT).

Limpar Portugal (dunas do Baleal)

No próximo dia 20 de Março 2010 dá-se a iniciativa Limpar Portugal. Na cidade de Peniche vamos limpar os sistemas dunares da zona do Baleal.

Irá ser dada uma breve explicação sobre os diferentes tipos de lixo que encontramos nas dunas e os seus malificios tanto para o ambiente como para os organismos marinhos.

Anualmente, o lixo mata centenas de animais marinhos, um flagelo difícil de combater e controlar. É nesta base que vamos alertar, educar e promover uma maior consciência ambiental na nossa comunidade surfista e  sociedade cívil.

É dever e responsabilidade de todos ajudar neste ambicioso projecto. O maior projecto ambiental de voluntariado de todos os tempos.

Contamos com todos dia 20 de Março pelas 16:00 junto ao Parque de Campismo do Baleal.

Mais informação em http://www.initiativesoceanes.org/cleanup.php?idclean=738

Matando com Tecladas – Actualização sobre Portugal

Durante o mês de Fevereiro conduzi uma investigação sobre o comércio de vida selvagem através da Internet em Portugal, o chamado e-commerce.

O tráfico internacional de animais selvagens é estimado em vários bilhões de Euros anualmente – um mercado negro que rivaliza a dimensão do comércio internacional de drogas e armas. Anualmente, milhares de elefantes em África e na Ásia são ilegalmente abatidos para satisfazer a crescente procura de artigos em marfim.

A Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES) tem três níveis de protecção para as espécies ameaçadas[1].

O maior nível de protecção é dado às mais de 800 espécies incluídas no Apêndice I, designadas como estando em perigo de extinção[2].  Com muito poucas excepções, o comércio de espécies do anexo I é proibida.  Este apêndice inclui as espécies altamente vulneráveis tais como: elefantes, tigres, gorilas e tartarugas marinhas, juntamente com um grande número de outros felinos, papagaios, periquitos, catatuas e araras.

Espécies inscritas no Apêndice II da CITES exigem uma certa regulamentação no âmbito da sua comercialização, mas não ao ponto de uma expressa interdição.  Embora o comércio possa ser admitido para espécies do Apêndice II, todo o comércio internacional ou de transferência do animal ou seus derivados exige uma licença de exportação emitida pelas autoridades do país exportador, e em alguns casos, uma licença de importação emitida pelo país onde o produto de origem animal será recebido.  Em teoria, estas restrições sobre o comércio de espécies do Apêndice II são destinadas a regular o comércio, a fim de assegurar que essas espécies não serão exploradas ao ponto de requererem protecção sob o Apêndice I.

Espécies do Apêndice III, apesar de não enfrentarem ameaça de extinção, são indicadas por cada país que deseje auxílio para proteger determinadas espécies localizadas dentro das suas fronteiras[3].

A expansão da Internet e o seu uso no nosso quotidiano revolucionou o modo como trocamos ideias, informações e mercadorias. Este sucesso é em grande parte devido à capacidade deste meio para facilitar comunicações e novas relações comerciais e sociais ao redor do globo.  Não admira que esta poderosa tecnologia se tenha difundido e tornado a maior “montra de loja” do mundo. Algumas das características desta loja virtual – sempre aberta, não regulamentada e anónima – também a fez um canal propício para o comércio ilegal de animais selvagens, um comércio que segundo estimativas oficiais anualmente excede os 15 bilhões de Euros.

O rápido aumento do uso global da Internet, os diversos interesses e actividades dos seus usuários, e a introdução de novas tecnologias e aplicações são apenas três dos desenvolvimentos que desafiam a capacidade de aplicação da lei nacional e internacional para acompanhar as acções e inovações dos criminosos que nela operam e se refugiam.

Ivory - Poaching

Actualmente, a generalidade das leis nacionais destinadas a regular o comércio dos animais selvagens a níveis ecologicamente sustentáveis estão pouco desenvolvidas, e são ineficazes para lidar com a natureza do comércio na Internet.  Mesmo onde as leis existem, a aplicação é frequentemente inadequada ou, simplesmente não é focada no tráfico de animais selvagens. Simultaneamente, a Internet proporciona uma plataforma sem precedentes para a crescente actividade de comércio ilegal de animais ameaçados de extinção, vivos e mortos.  Este novo mercado global distância o consumidor do rasto de sangue que serpenteia através da internet com origem nos locais selvagens que mais apreciamos.

Desde 2004, o IFAW tem vindo a investigar o comércio de vida selvagem na Internet.  Esses estudos revelaram um elevado número de trocas diárias de produtos de animais selvagens. Em 2004, o IFAW descobriu um alarmante e vigoroso comércio de marfim na internet no Reino Unido.  Em 2007 num relatório de acompanhamento do IFAW, focado especificamente sobre o comércio de marfim no eBay, encontrou 2,275 artigos em marfim à venda em oito websites nacionais da eBay Inc. numa única semana. Como resultado deste estudo e consultas com o IFAW, a eBay Inc. anunciou, a Junho de 2007, uma proibição global do comércio transfronteiriço de produtos em marfim para todos os seus websites nacionais.

Em 2008, o IFAW empreendeu a maior investigação sobre o comércio de espécies selvagens na internet jamais impulsionada pela organização. Os resultados da investigação foram publicados num relatório intitulado Killing with Keystrokes: An Investigation of the Illegal Wildlife Trade on the World Wide Web, e disponível em www.ifaw.org. O propósito desta investigação foi estimar o volume e âmbito geográfico do comércio global de vida selvagem na internet, identificar os principais mercados de comércio de espécies selvagens, determinar as espécies mais afectadas, e identificar as mais importantes questões e tendências relacionadas ao comércio online de espécies nos Apêndices da CITES[4].

Ivory - Poaching

É neste contexto que o presente relatório foi produzido, tendo como objectivo aprofundar a investigação feita pelo IFAW em 2008, com uma actualização sobre este assunto no contexto e âmbito Português. Pouco se sabe sobre a dimensão e gravidade do comércio de vida selvagem na Internet Portuguesa. Este relatório é a primeira tentativa de descobrir e avaliar a dimensão em Portugal do e-commerce de espécies ameaçadas da fauna e flora.

Apesar do emaranhado de leis e políticas destinadas a resolver o problema do comércio de espécies selvagens não regulamentada na Internet, a vastidão e adaptabilidade da World Wide Web, o anonimato concedido a comerciantes e compradores, a falta de consciência pública sobre a regulamentação e aplicação inadequada das legislações nacionais existentes, continuam a ameaçar todos os animais selvagens ao redor do globo.  Esta investigação visa fornecer informações ao Governo Português, aos funcionários responsáveis pela aplicação e às plataformas de Internet, a fim de lhes dar um maior conhecimento e compreensão da situação, e sugerir métodos para combater o comércio ilegal de animais selvagens.

Lançamento oficial do relatório pelo IFAW aqui (inglês)
Ler/Download do relatório aqui

Sobre o IFAW (Fundo Internacional para a Protecção dos Animais e o seu Habitat)
Como uma das organizações líder mundial em bem-estar animal, o IFAW tem representação em 16 países e realiza trabalho de protecção de animais em mais de 40. O IFAW trabalha desde a sua sede mundial nos Estados Unidos, e focaliza as suas campanhas na melhoria do bem-estar de animais selvagens e domésticos, reduzindo a exploração comercial, protegendo habitats, e prestando auxílio a animais em dificuldade. O IFAW trabalha tanto no terreno como nos corredores governamentais, numa tentativa para proteger animais selvagens e domésticos. Através da motivação do público em geral, procura prevenir a crueldade para com os animais e promover o seu bem-estar fomentando politicas de conservação que aumentem o conforto tanto de animais como de pessoas. Para mais informação, visite www.ifaw.org

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[1] CITES Secretariat. (2008). The CITES Species, from http://www.cites.org/eng/disc/species.shtml

[2] CITES Secretariat. (2008). How CITES Works. from http://www.cites.org/eng/disc/how.shtml

[3] CITES Secretariat. (2008). The CITES Appendices, from http://www.cites.org/eng/app/index.shtml

[4] IFAW, 2008. Killing with Keystrokes: An Investigation of the Illegal Wildlife Trade on the World Wide Web. 38pp

A importância dos “oceanários” na conservação dos oceanos

Por várias vezes aconteceu estar a fazer pesquisas sobre conservação de tartarugas em África, quais os stocks saudáveis de peixe para consumo em Portugal, áreas marinhas protegidas, práticas de sustentabilidade entre outros e o Oceanário de Lisboa é uma constante nos resultados dessas buscas.

A semana passada, uma pessoa do Oceanário de Lisboa perguntou-me se as pessoas ligadas a instituições como a Greenpeace e o Fundo Internacional para a Protecção da Vida Animal (IFAW), como é o meu caso, viam ou não com bons olhos o trabalho desenvolvido pelo Oceanário de Lisboa.

Oceanário de Lisboa

Esse penso ser um estigma já ultrapassado, porque acredito que desde que sejam dadas as devidas condições para os animais serem mantidos em cativeiro, e existem vários indicadores de bem-estar que podem ser monitorizados, estes transformam-se autênticos embaixadores do mundo oceânico, que permitem a milhares de pessoas (o oceanário festejou recentemente a visita do visitante 12 milhões) ter contacto com um mundo submerso que de outra forma seria totalmente impossível.

Mas uma coisa é a posição oficial da Greenpeace ou IFAW, outra é as pessoas que trabalham com eles, que nem sempre reflectem a posição pública da ONG, e que muitas vezes é algo extremista.

Penso ainda que existe uma diferença abismal entre uma instituição como o Oceanário de Lisboa e por exemplo, empresas como delfinários (onde se proporcionam espectáculos com golfinhos e outros animais, que fazem truques e acrobacias a troco de comida, para contentamento da audiência), em que nestes não é possível proporcionar um bem-estar adequado. Os golfinhos baseiam a sua vida na acústica, e para um animal que consegue distinguir uma bola com 6,5cm de outra com 7,5cm a 70 metros de distância, através de meios acústicos, uma vida numa piscina em que cada uso do seu sistema de ecolocação  se converte em tortura com o reflexo do som em todas as paredes do tanque onde estão cativos a entrar nos seus cérebros e a descarregar informação de confinamento. Estes em cativeiro deixam mesmo de usar o seu sistema de percepção sensorial.
Claro que a solução não é libertar estes animais, visto que muitos deles, já nascidos em cativeiro (que é um evento não muito comum, difícil de acontecer naturalmente e de manter as crias vivas até à idade adulta), não se adaptariam ao meio natural.
Contudo oponho-me à captura destes animais, do seu ambiente natural para piscinas de entretenimento, para satisfazer a um público que fica com uma ideia totalmente deturpada do comportamento natural destes cetáceos, da sua fisiologia, ecologia e  dignidade.

O papel do Oceanário de Lisboa, bem diferente de um delfinário, e de instituições similares na actualidade é vital para a conservação e consciencialização social para os problemas que assolam os oceanos e as criaturas que vivem e de ele dependem.

Sustentabilidade

“O Oceanário celebra a vida na Terra através de uma visão deslumbrante da vasta e complexa diversidade de seres vivos que habitam este Oceano Global, evocando o papel vital que este exerce na saúde e evolução planetária.”
Francisca Menezes Ferreira in “Pavilhão do Oceanos – Exposição Mundial de Lisboa de 1998″

As pessoas quando vêm acreditam, quando lêem, nem sempre. Ou é uma realidade tão distante que não se conseguem relacionar. É esse o papel do oceanário, aproximar realidades, e deslumbrar-nos, sempre que olhamos para aquele enorme tanque.

E esta é uma história de que como este papel é importante.

“O Pollock do Alasca (Theragra chalcogramma) caiu de “a melhor escolha” para “uma boa alternativa” para os consumidores, na última avaliação da espécie pelo Monterey Bay Aquarium, que publica a lista/cartão Seafood Watch usado por milhões de restaurantes quando encomendam peixe.

E com as falhas na governança internacional a todos os níveis que esta tenta actuar resta-nos a nós, através de instrumentos como este fazer uma escolha, e que essa seja um futuro melhor para nós e as gerações vindouras.

7.º Campeonato Europeu de Jiu-Jitsu

O Complexo Desportivo do Casal Vistoso irá receber a maior prova de Jiu-Jitsu no velho continente nos próximos dias 28, 29, 30 e 31 de Janeiro de 2010.

Campeonato Europeu 2010 (7ª edição)

Informações e inscrições em http://www.cbjj.com.br/inscricaoeuro10.htm

CURSO DE REGRAS
Está previsto um curso sobre regras de jiu-jitsu no dia anterior ao evento.

Palestras por cientistas eminentes – Lectures by eminent scientists at the University of Algarve

CCMAR

Exmos(as) Senhores(as),

Venho convidá-los para as palestras proferidas pelos professores Sidney Holt
e Daniel Pauly nos dias 28 e 29 de Janeiro no Campus de Gambelas da Universidade do Algarve. Os professores Holt e Pauly são os investigadores que maior influência tiveram na gestão mundial dos recursos marinhos nos últimos 50 anos. As palestras são de entrada livre.

I invite you to the lectures by professors Sidney Holt and Daniel Pauly on January 28th and 29th at Campus de Gambelas, University of Algarve. Professors Holt and Pauly are two of the most influential scientists in the management of the world living marine resources in the last 50 years. Entrance is open to all.

Adelino Canário
Director of CCMAR

Programa / Program

CV – Sidney J. Holt
CV – Daniel Pauly

CCMAR – Centro de Ciências do Mar
Universidade do AlgarveCampus de Gambelas
Edifício 7 – Gabinete 2.87
8005 – 139 FARO
http://ccmar.ualg.pt

1º Workshop SUSTAINAMICS

A semana passada (dia 16 de Dezembro 2009) participei no 1º workshop do projecto SUSTAINAMICS.

O projecto SUSTAINAMICS – Modelação Participada para a Avaliação Integrada da Sustentabilidade, que aborda o desafio “Como criar uma visão holística dos problemas que afectam a sustentabilidade dos ambientes marinhos e costeiros em Portugal?”.

Sustainability

Foi organizado pelos Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade (CENSE) da FCT/UNL e Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) do ISCTE; e teve lugar no Auditório António Silva Leal na Ala Autónoma do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa).

Foi um exercício interessante. Presentes estavam pessoas de vários sectores da sociedade (relacionados com a pesca, transportes marítimos, almirantes, gente do governo, gente de ONGs, académicos, entre outros), divididos por 4 mesas temáticas distintas. Governança, sobre-exploração de recursos, problemas das zonas costeiras, e ordenamento do território marítimo.

Foi-nos pedido então para relacionarmos causas e consequências que intervinham nas temáticas apresentadas, com repercussões positivas ou negativas. Ou seja, a falta de fiscalização levava a uma maior sobre-exploração de recursos, e assim por diante. No final foram feitas apresentações sobre cada uma das temáticas e foram dados 5 votos, para que cada um dos envolvidos pudesse assinalar nos esquemas as causas e/ou consequências que achava mais pertinentes.

O segundo workshop irá ter lugar no final Janeiro ou inicio de Fevereiro de 2010.

Para saber mais: aqui e aqui

Informação em http://www.dcea.fct.unl.pt/cense/