Surfing @ Sines

I was at Sines (Alentejo Coast) from the 19th to the 22nd of the current month on a surf teaching course. The group was incredible, 4 of my mates travelled down there, we found other 2 on the course and we were just ripping!
The program contents are pretty good, but the guys there dump theory heavily: bones and muscles; bases, development and progression of training, rescue techniques, you name it!
On Friday my mate Leandre and I were surfing at São Torpes, a “crowdless” waves with both right and left-handers, excellent for improving technique while the other were at the pool, we were dismissed since we have lifeguard credentials. That was the best session when it comes to surfing we experienced down there.
Met nice people, good atmosphere and we will be back there in 2 weeks!

Sinais de fumo

Deitado olho extasiado para o fumo de incenso que passa espesso, aveludado e lentamente pela luz em cima da minha cama. Um slideshow de lembranças enche-me a cabeça, as últimas páginas da história da minha vida que mais parecem ter sido arrancadas a ferros a um inferno ardente. Ansiedade, reminiscência furtiva, dor que leva a querer gritar bem alto. Novas responsabilidades, novo lugar á mesa, novas incoerências de um presente vazio.
Eu, um novo homem? Certamente, mas com as veias abertas e cicatrizes que necessitam levar uns pontos para não reabrirem, e eu fecho-me dentro de mim mesmo, como se isso fosse solução, solvência da problemática para o meu interior dilacerado.
E agora que caminho seguir? Estou perdido… as forças vectoriais apontam para uma realidade que de algum modo é desejada mas também assustadora, sigo numa introspecção constante e chego sempre é mesma conclusão. Só consigo lidar com as minha problemáticas pessoais a dois nível e normalmente escolho a que está no meu controle, mas hoje, no momento em que escrevo, desejo lançar-me no mistério inerente, na vivência desconhecida, no vazio do meu ser.

Palestra: Comissão Baleeira Internacional – História, Corrupção e Controvérsia

Dia 07 de Março na Escola Superior de Tecnologias do Mar, em Peniche irá ser dada a Palestra: “Comissão Baleeira internacional – História Corrupção e Controvérsia” integrada no III dia de BMB.
A referida palesta terá lugar na sala D3 ás 17:45, e é aberta ao público em geral.

Resumo: No dia 2 de Dezembro de 1946, 15 países assinavam a Convenção Internacional para a Regulação da Baleação (CIRB), que viria a originar uma das mais polémicas organizações da história contemporânea – a Comissão Baleeira Internacional (CBI). A década de 1930 foi palco do quase extermínio das populações de baleias a nível mundial, numa época em que para além do óleo destes animais ser muito cobiçado, quase todas as partes eram aproveitadas. Isto levou as principais nações baleeiras a convergir num órgão comum de modo a preservar a sua actividade.
Nos seus primórdios a CBI mão era mais do que uma “bolsa de mercado” na qual eram atribuídas quotas e números de baleias que se podiam matar, e mesmo quando a primeira comissão cientifica foi formada, os dados serviam apenas para saber qual a quantidade de “stocks” e onde encontrá-los.
Contudo a CBI continuava a falhar na sua tarefa principal, regular a actividade baleeira, a década de 60 foi a pior da história para as espécies de grandes baleias levando muitas á beira da extinção. Foi nesta altura que começou a surgir um movimento dentro da CBI que se propunha a acabar com a caça, e em 1982 aparentemente consegui quando foi votada uma moratória indefinida para a Baleação. Novas medidas de preservação foram tomadas; como a formação do Santuário do Oceano Indico em 1979, e o do Oceano Austral em 1994, onde as baleias supostamente estariam em segurança. Assim não era o caso.
O Japão, a Noruega e a Islândia depois da moratória buscaram sempre subterfúgio na própria convenção. A Noruega objectando á moratória e ficando assim isente de a cumprir, e o Japão juntamente com a Islândia utilizando o artigo VIII da CIRB para poderem praticar a chamada Caça Cientifica. O Japão conduzindo-a nas águas da Antárctica, ou seja, as baleias estavam sendo mortas no seu próprio Santuário. Não obstante o bloco conservacionista dentro da CBI continuava a crescer, levando o Japão a adoptar novas técnicas. Já que não conseguia convencer os outros países das suas falsas intenções, uma vez que a carne da suposta pesquisa cientifica era colocada á venda nos mercados nipónicos, esta nação foi ás compras…
Começou a comprar votos de outros países, fazendo-os ingressar na CBI e votar de acordo com os seus interesses, e foi tão eficiente e eficaz que em 2006 conseguiu superar a oposição por um voto conseguindo fazer passar a declaração de St. Kitts and Nevis, que mesmo não tendo qualquer carácter vinculativo á convenção é altamente negativa em termos científicos e éticos, não tendo qualquer credibilidade.
O futuro das baleias continua incerto e a maioria nunca saiu da situação em que ficou, quase extinta. Nesta palestra iram ser discutidos factos e apresentadas possíveis soluções para este problema.
As baleias ainda não estão a salvo…

Mais info em:
http://whales.greenpeace.org/events/view.php?EventID=64

Protesto contra a caça comercial de baleias (Lisboa, 6 de Março)

A Dinamarca nos últimos tempos tem vindo a comportar-se de forma irracional, o que deixa toda a comunidade global de boca aberta.
Votou a favor da Declaração de St. Kitts and Nevis, que defende a reabertura da caça comercial, rebaixa o papel das ONGs e rotula os Santuarios criados para as Baleias como desnecessarios.
Compareceu na chamada “reunião de normalização” no Japão onde o representante Dinamarquês Ole Saming defendeu o afastamento tanto das ONGs como dos orgaos de imprensa das reuniões da Comissão Baleeira Internacional (CBI).

Chegou a altura de dizer BASTA, e instar o Governo Dinamarquês a representar a vontade do seu povo, em que a maioria é contra a caça comercial de baleias (embora a Dinamarca esteje representada na CBI por uma comissao da Gronelândia, essa sim a favor da caça), em vez de apoiar nações como o Japão, a Noruega e a Islândia que querem fazer passar a imagem de que a Baleação não tem mal …
Vamos levar garrafas de vidro (nao de plastico!) com liquido vermelho (simbolizando sangue) dentro e um rótulo com uma mensagem clara: BALEIAS MORTAS E ENGARRAFADAS GRAÇAS Á DINAMARCA
Para que fique registado na embaixada Dinamarquesa em Portugal que nós somos contra!

O protesto vai realizar-se às 15h00 do dia 6 de Março na Embaixada Real da Dinamarca (Rua Castilho 14-C,3º ,1269-077 ,Lisboa), rua paralela ao Parque Eduardo 7º, e onde se situa o hotel Ritz.

- A imagem a colar nas embalagens (faz a cópia e imprime):
http://www.greenpeace.org/international/assets/binaries/whale-meat-label.jpg

- Se quiserem saber mais informações visitem este link:
http://whales.greenpeace.org/events/view.php?EventID=63

Não fiques indiferente!

EcoCasa

EcoCasa é um projecto da Quercus para incentivar e alertar a importância de poupar energia e contribuir para um melhor ambiente adoptando para isso técnicas e criando hábitos no nosso dia-a-dias e mais propriamente dentro da nossa casa.

O programa é dividido em 4 tópicos: (1) Lâmpadas, electrodomésticos e sistemas de climatização, (2) Soluções construtivas/Materiais de construção, (3) Energias renováveis, e (4) EcoFamílias.

Existem ainda espaços juvenis para educar as crianças sobre a importância de poupar energia, documentos e relatórios sobre a matéria e ainda espaço onde o comúm utilizador pode fazer perguntas e manter-se actualizado sobre a questão.

Vale bem a visita: www.ecocasa.org