Milko Schvartzman

Este video es una pequeña presentación de Milko Schvarztman, un Argentino, coordinador de la campaña océanos de Greenpeace y activista ambiental. Yo conocí Milko en los últimos meses de 2005 en Uruguay. Estaba trabajando como voluntario en una organización Uruguaya llamada Organización para la Conservación de Cetáceos de Uruguay (OCC), que hacia parte de la campaña para la readmisión de Uruguay a la Comisión Ballenera Internacional (CBI). Mi conexión con Milko fue más allá de Uruguay, yo seguí laburando en el tema de la carecería de ballenas y tuve la oportunidad de mantener contacto con Milko e reunirme con el también en Argentina antes de dejar Sud América, después en el Caribe, en la reunión de la CBI y más recientemente en Italia.

Milko para mi es un maestro, un orientador, un consejero y más que nada un amigo. Una persona íntegra y austera que yo tengo en alta consideración y estima. Es una ayuda impagable en mi actividad como activista y “campaigner” en la lucha contra la carecería comercial de ballenas. Bueno antes que me llame de chupamedias y para conocerlo mejor hace “click” en play …

Palestra: Comissão Baleeira Internacional – História, Corrupção e Controvérsia

Dia 07 de Março na Escola Superior de Tecnologias do Mar, em Peniche irá ser dada a Palestra: “Comissão Baleeira internacional – História Corrupção e Controvérsia” integrada no III dia de BMB.
A referida palesta terá lugar na sala D3 ás 17:45, e é aberta ao público em geral.

Resumo: No dia 2 de Dezembro de 1946, 15 países assinavam a Convenção Internacional para a Regulação da Baleação (CIRB), que viria a originar uma das mais polémicas organizações da história contemporânea – a Comissão Baleeira Internacional (CBI). A década de 1930 foi palco do quase extermínio das populações de baleias a nível mundial, numa época em que para além do óleo destes animais ser muito cobiçado, quase todas as partes eram aproveitadas. Isto levou as principais nações baleeiras a convergir num órgão comum de modo a preservar a sua actividade.
Nos seus primórdios a CBI mão era mais do que uma “bolsa de mercado” na qual eram atribuídas quotas e números de baleias que se podiam matar, e mesmo quando a primeira comissão cientifica foi formada, os dados serviam apenas para saber qual a quantidade de “stocks” e onde encontrá-los.
Contudo a CBI continuava a falhar na sua tarefa principal, regular a actividade baleeira, a década de 60 foi a pior da história para as espécies de grandes baleias levando muitas á beira da extinção. Foi nesta altura que começou a surgir um movimento dentro da CBI que se propunha a acabar com a caça, e em 1982 aparentemente consegui quando foi votada uma moratória indefinida para a Baleação. Novas medidas de preservação foram tomadas; como a formação do Santuário do Oceano Indico em 1979, e o do Oceano Austral em 1994, onde as baleias supostamente estariam em segurança. Assim não era o caso.
O Japão, a Noruega e a Islândia depois da moratória buscaram sempre subterfúgio na própria convenção. A Noruega objectando á moratória e ficando assim isente de a cumprir, e o Japão juntamente com a Islândia utilizando o artigo VIII da CIRB para poderem praticar a chamada Caça Cientifica. O Japão conduzindo-a nas águas da Antárctica, ou seja, as baleias estavam sendo mortas no seu próprio Santuário. Não obstante o bloco conservacionista dentro da CBI continuava a crescer, levando o Japão a adoptar novas técnicas. Já que não conseguia convencer os outros países das suas falsas intenções, uma vez que a carne da suposta pesquisa cientifica era colocada á venda nos mercados nipónicos, esta nação foi ás compras…
Começou a comprar votos de outros países, fazendo-os ingressar na CBI e votar de acordo com os seus interesses, e foi tão eficiente e eficaz que em 2006 conseguiu superar a oposição por um voto conseguindo fazer passar a declaração de St. Kitts and Nevis, que mesmo não tendo qualquer carácter vinculativo á convenção é altamente negativa em termos científicos e éticos, não tendo qualquer credibilidade.
O futuro das baleias continua incerto e a maioria nunca saiu da situação em que ficou, quase extinta. Nesta palestra iram ser discutidos factos e apresentadas possíveis soluções para este problema.
As baleias ainda não estão a salvo…

Mais info em:
http://whales.greenpeace.org/events/view.php?EventID=64

Protesto contra a caça comercial de baleias (Lisboa, 6 de Março)

A Dinamarca nos últimos tempos tem vindo a comportar-se de forma irracional, o que deixa toda a comunidade global de boca aberta.
Votou a favor da Declaração de St. Kitts and Nevis, que defende a reabertura da caça comercial, rebaixa o papel das ONGs e rotula os Santuarios criados para as Baleias como desnecessarios.
Compareceu na chamada “reunião de normalização” no Japão onde o representante Dinamarquês Ole Saming defendeu o afastamento tanto das ONGs como dos orgaos de imprensa das reuniões da Comissão Baleeira Internacional (CBI).

Chegou a altura de dizer BASTA, e instar o Governo Dinamarquês a representar a vontade do seu povo, em que a maioria é contra a caça comercial de baleias (embora a Dinamarca esteje representada na CBI por uma comissao da Gronelândia, essa sim a favor da caça), em vez de apoiar nações como o Japão, a Noruega e a Islândia que querem fazer passar a imagem de que a Baleação não tem mal …
Vamos levar garrafas de vidro (nao de plastico!) com liquido vermelho (simbolizando sangue) dentro e um rótulo com uma mensagem clara: BALEIAS MORTAS E ENGARRAFADAS GRAÇAS Á DINAMARCA
Para que fique registado na embaixada Dinamarquesa em Portugal que nós somos contra!

O protesto vai realizar-se às 15h00 do dia 6 de Março na Embaixada Real da Dinamarca (Rua Castilho 14-C,3º ,1269-077 ,Lisboa), rua paralela ao Parque Eduardo 7º, e onde se situa o hotel Ritz.

- A imagem a colar nas embalagens (faz a cópia e imprime):
http://www.greenpeace.org/international/assets/binaries/whale-meat-label.jpg

- Se quiserem saber mais informações visitem este link:
http://whales.greenpeace.org/events/view.php?EventID=63

Não fiques indiferente!